A ideia principal desta expedição era explorar uma zona de Marrocos que normalmente não faz parte dos roteiros, dado que implica deslocações bastante para sul, com o respectivo custo, tanto em tempo, como em dinheiro.
Como de costume, este relato vai ser a minha visão sobre a viagem. Não tenho tantas fotos como nos anos anteriores, pois este ano fui a solo, e fotografar enquanto se conduz não é uma coisa que aconselhe (apesar de mais para o fim, já ser quase um profissional
).Dia 1 - Aveiro - Tânger.
Deste dia, nunca há muito a dizer. É uma viagem chata e longa, que atravessa Portugal e Espanha, debaixo de muito calor.
Arranquei logo pela manhã, rumo à área de serviço da Mealhada, na A1 para me encontrar lá com o Leonel Sousa e com o Paulo Moreno (estreante nas Expedições).
A sombra mais bonita dessa manhã:

O percurso incluíu a A1, depois a A23 (raio de pórticos caros!), IP2, etc.


Um alentejo verdinho:

E a entrada em Espanha às 11:44 portuguesas:

Em Espanha, as paisagens não eram menos feias:

O primeiro ponto de encontro com o Parola Gonçalves e com o Hugo Calisto, aconteceu em Zafra, que já é um ponto de paragem habitual para abastecimento.
Mais à frente, depois de Sevilha, encontramo-nos com o resto dos membros da expedição, na área de serviço de Los Palácios, na AP4, rumo a Jerez.
Algumas horas de viagem depois, estavamos em Algeciras a tratar dos bilhetes para Marrocos, onde entraríamos pelo Porto de Tânger-MED.
À semelhança dos anos anteriores, tivermos a preciosa colaboração do Al Hassam Leonel no processamento dos bilhetes:

O reagrupamento foi feito antes da entrada no barco.
Marco (Range Rover) e Viriato e Lena (Discovery 300):

Parola Gonçalves e Rosa Maria (Defender 90 TD5):

Hugo Calisto e Daniela Barata (Defender 90 300):

Eduardo Coelho (Discovery 200):

Leonel Sousa e Paulo Moreno (Discovery 300):

Jorge Pinto e Susana (Defender 110 TD5):

Ainda faltava um carro na Expedição, que só iria juntar-se a nós no dia seguinte.
O barco que nos levaria a Marrocos era o buque "Ciudad de Malaga":

Onde o pessoal aproveitou para relaxar e pôr a conversa em dia:

Ao contrário dos outros anos, em que entramos sempre por Ceuta, este ano optamos por desembarcar no porto de Tanger-MED, já em território marroquino. As grandes diferenças são que as burocracias dos passaportes são tratadas dentro do navio e as burocracias das viaturas são tratadas no porto de Tanger-MED, num ambiente muito mais relaxado do que na fronteira de Ceuta. Os bilhetes também são consideravelmente mais baratos (110 euros por 1 viatura e duas pessoas).
As desvantagens da utilização deste porto, a meu ver, estão relacionadas com os atrasos no embarque (fiquei com a ideia que acontecem sempre) e o facto de serem ferrys mais lentos (a travessia demora hora e meia). Há uma grande desvantagem no regresso, mas disso falo mais lá para o final da reportagem.
Ao chegarmos a Marrocos, o destino foi o Camping Achakar, em Tânger.
Chegamos lá já algo tarde, mas entramos. Algum pessoal ficou em tendas, outros (como eu), optaram por partilhar uns quartos, com casa de banho e duche privativos.
Dia 2 - Tânger - Marrakech

Como havia alguma folga porque ainda faltava o último carro, o acordar no camping decorreu sem stress.

O camping até tem boas instalações, sendo que os quartos têm água quente. Penso que também havia água quente nos balneários, mas não me lembro.
Associado ao Camping, existe um café com muito bom aspecto onde é possível tomar um pequeno almoço. Tem café, panikes, etc.

Na zona do parque existiam indicações para a Gruta de Hércules e então fomos dar uma vista de olhos. Sinceramente, não vi nada de especial. Apenas uma zona à beira mar onde havia alguns cafés e onde alguns pescadores tentavam a sorte:


Se calhar devia ter procurado melhor. Não sei

Encontramo-nos com o Rui Rodrigues e com a Sílvia numa das áreas de serviço da AE e o resto do dia foi passado em viagem rumo a Marrakech:


Numa das paragens para descanso, deu para presenciar um bonito pôr-do-sol:

O destino final para esse dia era o camping Le Relais de Marrakech, e fica localizado aqui.Um bom camping, com quartos, piscina, restaurante e umas tendas a fazer de bungalows. Altamente recomendado.
Nessa noite, algum pessoal decidiu jantar no camping, enquanto eu, o Leonel e o Paulo optamos por chamar um taxi e ir ver a animação nocturna na praça Jema El Fna. Infelizmente, não levei máquina fotográfica e como tal, não há fotos dessa viagem. Devo dizer no entanto que ir de grand taxi até ao centro de marraquexe, a um sábado à noite é uma aventura digna de se perder uns anos de vida


























































































Quando for grande o meu Discoverique há de calcar essa Terra 





















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Felizmente, a gasolina não fez mossa num depósito com capacidade para 96 litros.


